terça-feira, 20 de outubro de 2009

Buenos ótimos aires - Parte 2

Algumas pessoas me perguntam os motivos de eu escrever, como, por que, pra que, quando, desde quando.... boa parte das respostas está lá embaixo no post "por que escrevo". Mas resumidamente, não sento na cadeira todo o décimo segundo dia do mês par, na vigésima hora do dia de lua crescente para escrever.... Quando vem alguma coisa diferente na cachola, corro pro computador e escrevo rápido, antes que eu esqueça. 

As linhas que vem abaixo foram concebidas agorinha mesmo, enquanto tomava banho... vamos ver o que dá...

Buenos ótimos aires- Parte 2

Continuando.... ah, não espere que esses posts se transformem no futuro em dicas de cidade, ou mesmo diário de viagem... já existem várias publicações consolidadas e minha amiga Cindy Wilk tem muito mais talento do que eu para dividir essas coisas.

Como disse no post anterior, essa foi minha terceira ida à Buenos Aires, entonses, me permite fazer coisas do cotidiano portenho.. ao invés de pegar táxi, que vai merecer um post separado, andei de ônibus e metrô.

Vamos lá.. algumas impressões sobre ônibus:

Minha aventura começou ao tentar descobrir onde passava o ônibus que deveria tomar.... assim como no Rio, eles chamam pelo número... Após várias tentativas, uma junta de açougueiros decidiu que eu deveria tomar o 39 na rua de trás... e não é que um deles veio atrás de mim para mostrar o ponto? Muy amable! Aliás, isso vai merecer também um outro post

  • O 39 veio e sabia que custava 1,25 pesos, mas não me avisaram que era só aceitavam moeda. O motorista (não há cobrador no coletivo) controla a máquina e você deposita moedas. Quando subi no ônibus, já me preparei pra descer porque não tinha moeda, mas gentilmente, o motorista trocou uma nota de dois pesos em moedas pra mim. Muy amable 2!
  • As pessoas que tomaram o ônibus eram de classe média, muitos estudantes, idosos, mulheres e uma criança ao meu lado, com seus comentários que só as crianças fazem (e lá em castellano)
  • Tava na cara que eu era turista, dois mapas na mão, mochila, boné, tênis... Sentei no fundo e ficava olhando as ruas, placas e conferindo no mapa para não perder o ponto. Deu certo, o mapa tava correto e desci tranquilamente
Conclusão: experiência interessante, tudo correu bem, vi bonitas ruas, largas, arborizadas, não havia trânsito, cheguei onde queria na hora que queria e aprendi a trocar notas por moedas para a volta

No próximo post, impressões do metrô.

Boa terça!


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